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Como definir os fatores de risco no meu plano de emergência?

· Por Equipo VIPER

Como definir os fatores de risco no meu plano de emergência

Ter um plano de emergência não é apenas necessário, também é obrigatório para as empresas no Chile. Por isso, a seguir, revisamos os principais fatores a considerar na sua elaboração e o papel importante que um serviço de notificações de emergência, como o VIPER MASS, desempenha na sua eficácia. 

No Chile, todas as empresas devem ter um plano de emergência para a redução de riscos de desastres, seguindo as diretrizes estabelecidas pela Lei 16.744 sobre acidentes de trabalho e doenças ocupacionais. Essa norma explicita as ameaças e os procedimentos de segurança e, em resumo, determina o que cada pessoa da organização deve fazer em caso de sinistro, ajudando a reduzir ao mínimo as consequências. 
 
Na hora de começar a elaborar um plano, um bom ponto de partida é a avaliação de riscos no entorno da organização. Com essa matriz, definimos o tipo de emergência que podemos enfrentar, as pessoas envolvidas em cada um desses cenários e os sistemas de alerta de que dispomos.

Como classificamos as emergências?

  • Violência: incidentes provocados por uma ou mais pessoas, que afetam um colaborador em particular, um grupo deles ou toda a organização. Inclui violência física, armas, roubos ou ameaças de qualquer tipo, entre outros.
  • Desastres naturais: este ponto, especialmente relevante no Chile, enfatiza o fator geográfico, considerando que podemos enfrentar terremotos, tsunamis ou deslizamentos de terra, conforme a nossa localização.
  • Acidentes com materiais perigosos: não falamos apenas do uso de materiais radiológicos, químicos ou de alto risco biológico, mas também de situações cotidianas, como um vazamento de gás natural.
  • Incêndios: alarmes e sistemas de proteção são o mínimo. O que não podemos esquecer é que, diante de um incêndio, todos os colaboradores devem saber por onde e como evacuar.

Quem são os meus atores-chave? 

  • Líderes e especialistas em segurança: em caso de emergência, são os responsáveis por emitir um alerta e acionar os protocolos. Os líderes da empresa devem participar das decisões-chave junto com os especialistas em segurança.
  • Equipes de emergência: os contatos de bombeiros, polícia e equipes de resgate são indispensáveis.
  • Colaboradores: para alertá-los em caso de emergência, é importante mapear o posto de trabalho, o tipo de jornada e a condição de deficiência, se houver, entre outros. Além disso, devemos ter os respectivos contatos de emergência.
  • Opinião pública e meios de comunicação: é recomendável estabelecer um canal de comunicação externo para proteger a reputação da empresa. 

 Como alertamos as emergências?

Se já conseguimos visualizar o tipo de crise que podemos enfrentar e quem são as pessoas relevantes a considerar, agora é importante nos perguntarmos como vamos notificá-las da emergência. Não se trata apenas de enviar uma mensagem, mas de garantir que ela seja recebida e compreendida pelo destinatário no menor tempo possível.

Neste ponto, não podemos depender dos canais tradicionais de comunicação, já que os serviços podem ser interrompidos por quedas de internet, apagões ou outros problemas.  Por isso, para cumprir efetivamente a norma, é importante considerar um serviço de notificações em massa para emergências, como o VIPER MASS.  

Essa plataforma garante que a informação chegue às pessoas relevantes, definidas previamente, de forma instantânea e eficaz, pelos canais adequados. Além disso, podemos coordenar o trabalho dos líderes e especialistas em emergência, garantindo a eficácia do plano de emergência.

Conheça mais sobre este serviço aqui.

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