Em 2013, em um hospital universitário de San Diego, nos Estados Unidos, um paciente desapareceu do quarto. As enfermeiras apertaram duas vezes o botão de pânico e ninguém respondeu: ele estava quebrado havia oito dias. Ao revisar o sistema, o órgão regulador descobriu que mais de um em cada quatro botões dos dois hospitais da instituição não funcionava, e que ninguém os testava. O hospital foi multado em 100.000 dólares.
O botão existia. O que falhou foi tudo o que deveria acontecer depois.
Cada vez mais organizações têm botões de pânico, e em vários lugares a lei os exige: nas escolas de mais de dez estados dos Estados Unidos, nos hotéis de Chicago e de Nova Jersey para quem trabalha sozinho em um quarto, e no Reino Unido para qualquer trabalhador isolado. Na saúde, a Organização Mundial da Saúde estima que entre 8% e 38% dos profissionais sofrem violência física em algum momento da carreira. Mas a lei exige o botão; não diz o que acontece depois.
Por que falham
Ninguém percebe que o botão não funciona. Além do caso de San Diego, na Austrália profissionais de saúde de Nova Gales do Sul descreveram a uma comissão de investigação alarmes que não respondiam ao serem acionados, embora o autoteste dissesse que estavam conectados. É preciso testá-los.
O alerta não chega a todos. No ataque a tiros na escola de Uvalde, no Texas, em 2022, o relatório da Câmara estadual concluiu que o wi-fi ruim provavelmente atrasou o alerta de confinamento e que nem todos os professores o receberam a tempo. Um só canal não basta.
Alertas demais. O mesmo relatório aponta que a escola tinha recebido cerca de 50 alertas nos meses anteriores. Quando tudo é alerta, nada é.
Ninguém confirma e ninguém escala. No Chile, uma pesquisa do Colégio Médico de 2024 concluiu que só 6% dos médicos acreditam que os protocolos de seu local de trabalho contra agressões funcionam bem.
E quando o sistema é bem desenhado, isso aparece. Em setembro de 2024, na escola Apalachee, na Geórgia, os professores tinham um crachá com botão de pânico que avisava ao mesmo tempo a direção e os policiais da escola, e ele tinha sido testado no dia anterior. Segundo o xerife, o atirador foi detido cerca de seis minutos depois do primeiro alerta.
O que deveria acontecer depois de apertá-lo
Com o VIPER MASS, apertar o botão, seja no aplicativo VIPER GO ou no sistema de outro fornecedor conectado por API, aciona um cenário preparado com antecedência para aquele tipo de emergência e aquele lugar:
- O alerta chega a quem deve, com a localização exata: sala, andar, torre ou ponto no mapa.
- Chega por aplicativo, SMS, ligação de voz, WhatsApp e e-mail ao mesmo tempo, em 19 segundos. Se não pode denunciar ninguém, como em uma ordem de confinamento, pode chegar em silêncio.
- Quem recebe confirma pelo celular, e todos veem quem já está a caminho.
- Se o titular não responde, o sistema avisa o substituto.
- Fica registrado o horário do alerta, de cada aviso e de cada resposta.
Em uma escola, o professor pede apoio sem sair da sala, e chegam a coordenação, a segurança e a direção. Em um hospital, o código azul chega à equipe do plantão com torre, andar e sala. Em uma agência, o alerta chega em silêncio ao chefe de segurança sem alarmar o público.
Seis perguntas para revisar o seu botão de pânico
- Se alguém apertar agora, quem recebe o alerta? E se essa pessoa não estiver?
- O alerta diz exatamente onde?
- Quem apertou sabe que alguém está vindo?
- Há um substituto automático se ninguém responder?
- Você saberia se um botão parou de funcionar?
- Você testou o botão em um simulado este ano?
Se alguma resposta for «não sei», o problema não é o botão, e sim o que acontece depois. Esse é o foco da VIPER: que, cada vez que alguém aperta um botão, a resposta seja coordenada, venha do nosso aplicativo ou do botão que você já tem. Agende uma demonstração do VIPER MASS ou escreva para revisarmos o seu caso.



